
Me dei conta de que o Amor é, dentre uma série de adjetivos e axiomas, uma linguagem. Sim, uma linguagem tão banal quanto as línguas, o sistema de libras, ou uma trilha de feromônios secretada por formigas.
Uma complexa síntese de drogas neuroquímicas secretadas naturalmente pelo hipotálamo engatilha aquilo que estamos acostumados a chamar de Paixão, e esta síntese é motivada por fatores, em sua maioria, externos, o que prova o quão somos cegos perante nós mesmos. Nos enganamos constantemente, tudo culpa (sempre!) do nosso Ego, que parece - e é - uma parcela diferente, e não inteiramente separada de nosso verdadeiro Eu, como um gêmeo fetus in fetu.
Cautela ao tentar entender essa forma de comunicação é necessário. Mas nunca estamos totalmente precavidos, e logo chega mais uma ocasião de tentar entendê-la. É inevitável.
Enquanto isso, continuo à espera de alguém que possa traduzir e sintonizar essa linguagem para mim.
Muito bom. Bem biológico e sensível, como a vida é...
ResponderExcluirse liga, eu estou longe de drogas. rs
ResponderExcluirMuito bem Diego, você captou a essência do texto!
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